A Internação Voluntária

A internação voluntária realizada quando o paciente​ está motivado, ​ entende a necessidade de internação e de​seja se submeter a ​ um ​processo terapêutico​ para o tratamento da dependência química ou doença psiquiátrica.

 

Internação Involuntária

A internação involuntária ​está relacionada à existência de risco (por exemplo: overdose, acidentes, comportamentos perigosos ou proximidade com a criminalidade). ​Ocorre quando o paciente não entende a necessidade da internação e não aceita a condição de dependente de drogas ou álcool​ (ou a existência de doença mental)​, porém, mesmo quando ocorre a internação involuntária a pedido da família, o paciente passa por uma avaliação clínica rigorosa para verificar se realmente existe necessidade de internação, se o paciente faz o uso de substâncias entorpecentes e se o procedimento de internação realizado pela família é de fato o mais indicado, o que geralmente ocorre, salvo algumas exceções.

A internação involuntária segue um procedimento regulamentado pela Lei 10.216 de 06 de abril de 2001. Esta internação pode ocorrer não apenas com autorização dos familiares como também, de um médico atestando a real necessidade desta internação, caso contrário, a internação não pode ser realizada. Quando realizado o procedimento de internação involuntária, a clínica tem um prazo de 72 horas para comunicar o Ministério Público que o paciente se encontra no ambiente da instituição, em tratamento.